O cortiço – Aluísio Azevedo ?>

O cortiço – Aluísio Azevedo

João Romão, empreendedor que conseguiu enriquecer.

Bertoleza, escrava libertada, sua sócia.

Jerônimo, o português que se mudou junto com sua mulher, Piedade de Jesus, para trabalhar na pedreira.

Rita Baiana, a nordestina que arrasta corações por onde passa, e que insiste em fazer uma dança todo domingo na sua casa.

Leandra, a “Machona”, portuguesa. Com seu filho Agostinho e suas duas filhas Ana das Dores (separada do marido, também chamada de “das Dores”) e Neném, ainda donzela. Augusta Carne Mole, esposa do policial orgulhoso Alexandre, e sua filhinha Juju, que vive na cidade com a madrinha Léonie, a prostituta francesa. Leocádia, esposa do ferreiro Bruno. Paula, também conhecida como a “Bruxa”, feia, excluída e rabugenta, conhecida pelas suas feitiçarias. A Marciana (que sempre lavava a casa quando o mau-humor invadia) e sua filha Florinda, constantemente cortejada por João Romão. Dona Isabel viúva de um chapeleiro rico que agora quase nada tinha. Sua filha, Pombinha, o amor dos vizinhos. Bonita, cheia de modos e noiva (impedida de casar por ainda não “ser mulher”). Albino, meio menininha, confidente das mulheres, as quais o tratavam como um igual. Os italianos, Pompeo, Francesco, Andréa e Delporto. Todos eles, moradores.

O que todos esses personagens têm em comum?

O cortiço.


Só para quem não sabe, um cortiço é uma casa que serve de habitação para a população pobre.

Esse livro é bem clássico. Além disso, ele tem algumas cenas de sexo que são consideradas pesadas. Eu não achei, mas não posso ser uma referência muito forte nesse assunto. Foi publicado em 1890, ou seja, tem umas palavras difíceis, velhas, chatas, daquelas que nem no dicionário tem. Pois é. Paradidático é isso, né…

Enfim, ele segue o naturalismo, que é “uma escola literária conhecida por ser a radicalização do Realismo, baseando-se na observação fiel da realidade e na experiência, mostrando que o indivíduo é determinado pelo ambiente e pela hereditariedade” (obrigada, Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Naturalismo). E é bem isso mesmo. Uma das ideias é, basicamente: se seu pai é padeiro, você vai ser padeiro, assim como seus filhos, os filhos dos seus filhos, os filhos dos filhos dos seus filhos, e por aí vai.

Ridículo, não? Só porque minha mãe é professora, não quer dizer que eu queira dar aula (não mesmo, odeio gente). Outro pensamento constante é o machismo. DE NOVO! Sério, já é o segundo que me aborrece com essa história (o outro que me aborreceu foi esse aqui: http://lobaliteraria.com.br/odisseia-homero/).

O fato é que eu terminei O cortiço muito antes do prazo e agora estou abusando do blog para ter uma base para a minha ficha de leitura.

Só um aviso final. Esperem um novo #loba.e.os.escritores em breve! 😉

1 Comentário

Deixe um comentário!