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Filmes de livros: amor ou terror?

Filmes de livros são sempre complicados. Nunca sai igual ao filme. Às vezes – quase sempre -, o filme é um grande desastre. Mas existem alguns diretores abençoados pelo Departamento Celestial Literário, que conseguem fazer as coisas funcionarem. Como Treinar o Seu Dragão, por exemplo: o filme não tem nada a ver com o livro, mas é tão bem feito que encanta todo mundo – é um filme voltado para umas crianças de 9 anos, e eu AMO de paixão. Tudo bem, não posso fazer uma comparação ao livro, porque são duas coisas completamente diferentes. Sério, não tem nada a ver uma coisa com a outra. Mas os dois valem a pena.
As pessoas ficam esperando – e morrendo no processo – adaptações boas dos livros para as telas. Gente, para um leitor isso significa: um filme de 57 horas, com todos os detalhes dos livros.
Atenção, queridos. Aí vem um choque de realidade: isso nunca vai acontecer.
Sim, é duro, mas é verdade.
Alguns diretores tentaram, mas falharam – não miseravelmente, mas erraram feio. Por exemplo, Jogos Vorazes. A morte do ****************** no livro – se eu não estou errada ele foi decapitado – não tem nada a ver com o filme. Ou, é claro, os clássicos Percy Jackson. Os filmes foram uma catástrofe global. Até o Tio Rick falou que ficou uma porcaria. Foi triste, coitados. Os filmes ficaram tão ruins que eles deviam se autodestruir. Dá até uma peninha. Nenhum leitor que se preze gostou dos filmes de Percy Jackson.
Naturalmente, filmes de livros não chegam nem aos pés dos livros, mas alguns chegam perto.
Os filmes de Harry Potter foram maravilhosamente feitos. Esses diretores foram anjos enviados diretamente do Departamento Celestial Literário (vamos chamá-lo de DCL). São incrivelmente fiéis ao livro, apesar de alguns cortes.
Mas, fazer o quê. Nenhum filme é perfeito.

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